Reabilitação pós-AVC, no ambiente onde a vida acontece
Depois de um AVC (derrame), o cérebro tem uma janela importante de recuperação — e a fisioterapia é o principal caminho para reaprender movimentos, recuperar equilíbrio e retomar a independência. O atendimento domiciliar tem uma vantagem real aqui: o treino acontece nos espaços e tarefas que o paciente precisa dominar de novo — a cadeira de onde levanta, o corredor por onde anda, o banheiro que usa.
WhatsApp: (48) 9 9646-0377 · Lissandra Cunha Santos · CREFITO 10/331826-F · Atendimento domiciliar em Florianópolis, São José, Palhoça e Biguaçu, e em consultório em Coqueiros.
Para quem é indicado
- Pacientes em qualquer fase pós-AVC, do recém-saído do hospital ao AVC antigo
- Sequelas motoras: fraqueza ou paralisia de um lado do corpo (hemiparesia)
- Alterações de equilíbrio e marcha
- Pacientes com Parkinson e outras condições neurológicas
- Famílias que precisam de orientação para o cuidado diário
Como funciona o tratamento
A avaliação inicial mapeia força, tônus, equilíbrio, marcha e o grau de independência nas atividades diárias. O plano de reabilitação neurofuncional usa exercícios repetitivos e orientados a tarefas — levantar-se, dar passos, alcançar objetos — com progressão gradual. Minha pós-graduação em Terapia Intensiva incluiu formação em abordagem neurofuncional e mobilização precoce, base para acompanhar com segurança pacientes que saíram recentemente de internação. Cuidadores participam das sessões e recebem orientações práticas.
Perguntas frequentes
Já faz mais de um ano do AVC. Ainda vale a pena fazer fisioterapia?
Vale. Embora os ganhos mais rápidos aconteçam nos primeiros meses, pacientes com AVC antigo continuam apresentando melhora de força, equilíbrio e independência com treino adequado e consistente. Além do ganho funcional, a fisioterapia previne complicações comuns como encurtamentos, dor no ombro e perda de mobilidade por desuso.
O paciente ainda está muito debilitado, quase não sai da cama. Dá para atender?
Sim — esse é justamente o perfil em que o atendimento domiciliar faz mais diferença. O trabalho começa no leito: posicionamento, mobilização, exercícios respiratórios e treino de transferências (sentar na cama, passar para a cadeira). A progressão é gradual e feita com segurança, em parceria com a família e o cuidador.